Morte Assistida nos Jornais Portugueses

Sobre a petição pública para a despenalização da morte assistida e a sua subsequente discussão parlamentar

  • PETIÇÃO CHEGA AO PARLAMENTO COM MAIS DE OITO MIL ASSINATURAS. “AS PESSOAS CONTINUAM A PEDIR-ME AJUDA PARA MORRER”, artigo da jornalista Mariana Madrinha, publicado a 13.04.2016 no jornal e disponível aqui.
  • SETE MIL PESSOAS ASSINARAM A PETIÇÃO PELA DESPENALIZAÇÃO DA EUTANÁSIA, notícia da agência Lusa, publicada a 29.02.2016 no jornal Diário Económico e disponível aqui.
  • EUTANÁSIA VAI A DEBATE, artigo da jornalista Teresa Oliveira, publicado a 24.02.2012 no jornal Correio da Manhã e disponível aqui.
  • EUTANÁSIA. QUATRO MIL PESSOAS ASSINARAM PETIÇÃO EM 24 HORAS, artigo da jornalista Mariana Madrinha, publicado a 23.02.2016 no jornal i e disponível aqui.
  • PARLAMENTO OBRIGADO A DEBATER A MORTE ASSISTIDA, artigo da jornalista Alexandra Campos, publicado a 23.02.2012 no jornal Público e disponível aqui.
  • PETIÇÃO PELA MORTE ASSISTIDA VAI AO PARLAMENTO, artigo da jornalista Diana Mendes, publicado a 22.02.2016 no jornal Diário de Notícias e disponível aqui.

Sobre a posição do presidente da Associação Portuguesa de Bioética (APB)

  • CARTA ABERTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A PROPOSTA DO SR. PRESIDENTE DA APB PARA RETIRAR DO CÓDIGO DEONTOLÓGICO A INTERDIÇÃO DA PRÁTICA DA MORTE MEDICAMENTE ASSISTIDA, redigida a 16.04.2016 pela comissão coordenadora do Movimento Cívico para a Despenalização da Morte Assistida e disponível aqui.

Sobre a posição do bastonário da Ordem dos Médicos face à morte assistida

  • CARTA ABERTA DE ESCLARECIMENTO AO SR. BASTONÁRIO DA ORDEM DOS MÉDICOS, da autoria da comissão coordenadora do Movimento Cívico para a Despenalização da Morte Assistida, publicada a 11.03.2016 no jornal i e disponível aqui.
  • “NENHUM PARTIDO TEM LEGITIMIDADE PARA PROPOR JÁ LEGALIZAR A EUTANÁSIA”, artigo da jornalista Alexandra Campos, publicado a 25.02.2016 no jornal Público e disponível aqui.

Sobre a posição da bastonária da Ordem dos Enfermeiros face à morte assistida

  • BASTONÁRIA DOS ENFERMEIROS QUEIXA-SE À IGA DE MANIPULAÇÃO, artigo da jornalista Vera Arreigoso, publicado a 05.03.2016 no jornal Expresso e disponível aqui.

Em defesa dos cuidados paliativos

Artigo de opinião de Rosalvo Almeida*, Jornal Público, 06.04.2016

*Neurologista aposentado, foi membro de várias comissões de ética (rosalvo@netcabo.pt)

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O debate sobre a morte medicamente antecipada tem posto os seus opositores na situação de defensores dos cuidados paliativos, parecendo que quem defende essa antecipação se opõe aos cuidados paliativos. Trata-se de uma confusão generalizada que a ninguém aproveita. Continuar a ler

Viver, até que comece a doer em demasia

Artigo de opinião de Laura Ferreira dos Santos*, Jornal Público, 04.04.2016

*Professora Aposentada da UMinho, autora de Ajudas-me a morrer? e A morte assistida e outras questões de fim-de-vida(laura.laura@mail.telepac.pt).

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1. Em Portugal, tem-se acusado os defensores da “morte (medicamente) assistida” de esta ser uma expressão quase de má-fé. Dizem os opositores que todos os profissionais de saúde fazem um morte “assistida”, nos hospitais ou nos cuidados paliativos (CP). Querem com isto dizer que a morte é acompanhada, fazendo-se tudo para que o doente não sofra. Mas, nesta questão terminológica, é preciso ver que, antes de Portugal começar a discutir o tema, muitos outros países o fizeram. Ora, em inglês, o esperanto dos tempos contemporâneos, o termo “assistido” (assisted dying, physician-assisted-dying, physician-assisted-suicide) tem um significado muito preciso, implicando a antecipação deliberada e voluntária que um doente faz da sua morte. Continuar a ler

Morte assistida e testamento vital

Artigo de opinião de Luísa Salgueiro, Deputada do Partido Socialista, membro da Comissão Parlamentar de Saúde, Jornal Público, 31.03.2016

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Nunca a discussão sobre a morte assistida tinha sido tão grande na sociedade portuguesa. A divulgação de um manifesto favorável à despenalização e, posteriormente, as declarações atribuídas à bastonária da Ordem dos Enfermeiros, trouxeram o assunto para a ribalta e promoveram o debate. A discussão, embora com muito ruído à mistura, poderá contribuir para que um maior número de pessoas fique com uma opinião sobre o tema. É nesse espírito que gostaria que este artigo fosse visto: como um contributo para a elaboração de um juízo sobre uma matéria tão profundamente delicada – porque mexe com sentimentos – e, simultaneamente, tão transversal à sociedade portuguesa. Continuar a ler